Tag: apneia do sono

  • Conheça a relação entre a apneia do sono e a respiração

    Dormir costuma ser um ato muito prazeroso para a maioria das pessoas. Para quem sofre de apneia do sono, no entanto, a prática costuma ser difícil. O distúrbio e seus episódios, contudo, estão diretamente ligados à respiração. Por isso, preparamos um guia rápido para você entender a relação entre a apneia do sono e a respiração.

    A respiração passa por algumas mudanças quando o assunto é dormir. Tanto, que pequenos momentos de paradas respiratórias durante o sono são considerados normais. Por outro lado, é quando ela passa a ser obstruída que o alerta vermelho deve ser ligado. Esse pode ser um sinal de apneia do sono.

    + Enxaqueca e apneia do sono: qual a relação?

    A apneia do sono e a falta de ar

    Segundo o Ministério da Saúde, a apneia é um dos distúrbios do sono mais populares hoje. Ela é subdividida em pelo menos três tipos: central, mista e obstrutiva (o mais frequente deles, costuma ocorrer quando a via aérea é obstruída). Essa obstrução geralmente ocorre próximo a região da garganta. Isso faz com que o portador pare de respirar por alguns segundos.

    O ato acaba desencadeando um alerta para o corpo e o paciente termina acordando parcialmente. Assim, ele emite um ronco. O episódio de apneia do sono, no entanto, ocorre diversas vezes durante a noite, fazendo o paciente dormir mal.  

    Dessa forma, o ronco acaba se tornando parte da rotina do portador do distúrbio e atrapalhando também quem convive com ele. Assim, é comum que essas pessoas passem a buscar um tratamento para parar de roncar.

    Com o tempo e os recorrentes episódios de apneia do sono, entretanto, o paciente pode desenvolver doenças arteriais, causadas pelo acúmulo de colesterol nas paredes das vias.

    O que pode causar a falta de ar

    Não há uma causa única para a falta de ar. Em geral, ela pode ocorrer por diversos motivos, como sobrepeso e mau condicionamento físico. Problemas respiratórios também são fatores de risco. Rinite e a sinusite ou até mesmo a poluição das cidades são alguns exemplos que podem causar o problema.

    Ao dormir, por outro lado, ela costuma ser causada apenas pela apneia do sono. Por isso é tão importante um diagnóstico correto do problema. Dessa maneira, ficará mais fácil iniciar o tratamento para corrigir a falta de ar e parar de roncar.

    Apneia do sono e gênero

    Conheça a relação entre a apneia do sono e a respiração | CPAPS
    Conheça a relação entre a apneia do sono e a respiração | CPAPS

    Muito mais comum em homens que em mulheres, a apneia do sono obstrutiva costuma ocorrer no sexo masculino em idades acima dos 30 anos. Já no sexo feminino, ela geralmente aparece após a menopausa

    A apneia do sono atinge cerca de 5% da população geral. Desses, pelo menos 30% é de pessoas acima dos 50 anos.

    Tratamento e cura

    O que pouca gente sabe, é que a apneia do sono tem tratamento e, em alguns casos, até cura. Em quadros considerados menos graves, uma mudança de postura ou até mesmo a perda de peso, já é capaz de curar o paciente e fazê-lo parar de roncar.

    Já em estágios mais avançados, a medicina desenvolveu diversos tipos de tratamento. Hoje já existem implantes para o céu da boca, aparelhos que auxiliam na respiração e até cirurgias para a desobstrução das vias, o que permite ao portador do distúrbio parar de roncar.

    Prevenção

    Antes que a respiração passe a gerar problemas de saúde como a apneia do sono, por exemplo, a prevenção deve ocorrer. Com algumas mudanças simples, já é possível reverter o quadro:

    • Utilize colchões e travesseiros confortáveis e adequados para o sono;
    • Evite o sobrepeso;
    • Evite a má alimentação e vícios como o tabagismo;
    • Crie uma rotina de sono, dormindo e acordando no mesmo horário;
    • Consulte sempre um médico especialista.

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  • Como a atividade física atua sobre o sono

    Quem sofre de apneia do sono costuma ter a qualidade do sono comprometida pelas interrupções na oxigenação dos pulmões e, consequentemente, se deparam com problemas como sonolência diurna, mudanças de humor e até a redução da memória. Uma excelente alternativa para amenizar os efeitos da doença é praticar atividade física. Ela proporciona benefícios ao corpo e um sono mais tranquilo e reparador.

    Como a atividade física ajuda quem tem apneia?

    Os exercícios aeróbicos como a corrida, natação e ciclismo são ideais para pessoas portadoras de apneia. A atividade física atua sobre o distúrbio favorecendo o sistema respiratório. E, assim, diminui a chance de ronco e evita as paradas respiratórias.

    Ao praticar atividade física, o corpo libera a endorfina, que age como um analgésico e causa no organismo uma sensação de bem-estar, contribuindo para uma boa noite de sono, que auxilia na recuperação do organismo oferecendo mais disposição no dia seguinte.

    Quais os benefícios da atividade física em relação ao sono?

    Praticar atividade física como a caminhada, por exemplo, aumenta o tempo do sono. Segundo um estudo feito nos Estados Unidos, as pessoas que caminharam por 30 minutos, conseguiram atingir o sono REM. Essa é a fase do sono em que há a liberação da atividade cerebral e no qual ocorrem os sonhos.

    Atividade física ajuda na respiração

    A prática equilibrada de exercícios físicos fortalece os músculos respiratórios, pois quando o corpo se exercita, naturalmente precisa de mais oxigênio, aumentando a troca de gases no organismo.

    Reduzindo a ansiedade

    A ansiedade é um problema muito comum nos dias de hoje e tem muita influência na qualidade do sono, fazendo com que o ansioso desperte muitas vezes durante a noite. O exercício físico alivia as tensões do dia a dia e proporciona um descanso mais profundo.

    Entenda como a atividade física atua sobre o sono | CPAPS
    Entenda como a atividade física atua sobre o sono | CPAPS

    Entretanto, para que a prática contribua para o sono em vez de atrapalhar, os exercícios físicos devem ser realizados até 3 horas antes de dormir. Dessa forma, a adrenalina da atividade não deixe a pessoa agitada e sem sono.

    A falta de sono e o repouso não adequado podem trazer sérias consequências à saúde. Por isso, conte com a CPAPS.com.br para encontrar vários produtos para o tratamento de apneia do sono, além de uma equipe de especialistas para te orientar. Entre em contato via chat online ou por telefone, nos números 4007-2922 e 0800 601 9922.

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  • Enxaqueca e apneia do sono: qual a relação?

    A dor de cabeça, também chamada de cefaleia, pode ser causada por vários motivos. Por isso, é objeto de pesquisa de inúmeros estudos na comunidade científica. O mais recente deles, publicado em 2017, revelou que existe uma relação direta entre distúrbios do sono e enxaqueca. No post de hoje, o blog da CPAPS, reuniu as principais informações sobre esse assunto para te ajudar a cuidar da saúde e da qualidade do sono.

    Veja também! Por que acordo frequentemente com dor de cabeça?

    Qual é a relação entre enxaqueca e apneia do sono?

    A Allergan plc (NYSE:AGN), líder global da indústria farmacêutica comprometida com o avanço da ciência da enxaqueca, anunciou os resultados de um importante estudo feito com 12.810 portadores da doença nos Estados Unidos. Nele, pessoas que sofrem de enxaqueca, seja ela episódica ou crônica, apresentam mais chances de desenvolver distúrbios do sono. Dentre os pacientes estudados, os dados da pesquisa apontaram que 52% estavam em maior risco de ter apneia do sono, sendo um índice ainda mais elevado para os obesos – quase 92% dos homens e 84% das mulheres.

    O fisioterapeuta e especialista da CPAPS, Eduardo Partata, explica que os portadores de enxaqueca crônica acumulam desgastes duplos da doença, o que traz sérios riscos à saúde. “É de extrema importância procurar um especialista para iniciar o tratamento adequado da enxaqueca e também tratar a apneia do sono”, comenta.

    Como tratar a enxaqueca?

    A enxaqueca é um distúrbio incapacitante definido como a ocorrência de cefaleia por 15 ou mais dias durante três ou mais meses. Portadores da doença costumam não ter sono reparador, o que pode influenciar suas rotinas diárias. Por isso, realizar o tratamento adequado para este distúrbio é fundamental e não pode ser ignorado. Nesse sentido, o médico especialista, ao diagnosticar enxaqueca, fará a melhor indicação de medicamentos e práticas para tratá-la.

    Vale ressaltar que, ao tratar a enxaqueca, a pessoa terá noites de sono mais tranquilas e por mais tempo, o que diminui as chances de desenvolvimento dos distúrbios do sono, como a apneia e insônia. Como consequência, terá inúmeros benefícios, dentre eles: mais disposição para atividades, melhora no humor e na memória, aumento na produtividade e rendimento.

    Se você tem apneia do sono, conheça o tratamento com CPAP!

    Apneia do sono é um distúrbio caracterizado por breves e repetidas pausas na respiração enquanto dormimos. O ronco é o sintoma mais comum. O protocolo clínico determina um evento de apneia como uma parada respiratória de, pelo menos, 10 segundos. Além disso, dessaturação de oxigênio no sangue de 3% a 4%. Caso tenha 5 ou mais dessas paradas respiratórias por hora de sono, o paciente é clinicamente diagnosticado com o distúrbio.

    Caso você apresente um ou mais sintomas da apneia do sono, o ideal é procurar um médico do sono para realizar uma polissonografia. Esse exame recolhe informações importantes para o diagnóstico. O tratamento mais indicado por especialistas é por meio do uso de CPAP, um aparelho compressor de ar silencioso, que evita o fechamento da passagem do ar para os pulmões. Dessa forma, melhora a qualidade do sono. E, consequentemente, alivia sintomas como dores de cabeça matinais, cansaço, sonolência e dificuldade de concentração.

    Descubra a CPAPS

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    Dor de cabeça ao acordar pode indicar apneia do sono. Entenda!

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    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F.

  • Ronco e mau hálito: entenda a relação e como tratar

    Quem ronca costuma dormir de boca aberta durante a noite na busca por respirar melhor. Esse hábito impulsiona o ressecamento e a descamação das células da mucosa bucal. E, por sua vez, aumentam a saburra lingual. Essa camada esbranquiçada, que se forma no fundo da língua pelo acúmulo de bactérias e outros resíduos, uma das principais causas do mau hálito.

    Por que roncar causa mau hálito?

    Ronco e mau hálito - entenda a relação e como tratar
    Pessoas com apneia do sono tendem a ter mais problemas com o mau hálito.

    O ronco pode gerar inúmeras consequências para a saúde, uma delas é o mau hálito. Devido à obstrução das vias aéreas, boa parte das pessoas que roncam sente dificuldade para respirar pelo nariz. E, como consequência, mantém a boca aberta por longos períodos durante o sono. Isso dificulta a produção de saliva (um antibiótico natural que impede a proliferação das bactérias). Com isso, gera a saburra lingual, principal responsável pelo mau hálito.

    Nesse sentido, pessoas que sofrem com a apneia do sono precisam ter um cuidado ainda maior com o mau hálito. O fisioterapeuta e especialista da CPAPS, Eduardo Partata, explica que, como esse distúrbio é caracterizado pela obstrução parcial ou total das vias aéreas, há uma probabilidade maior de a pessoa roncar e sofrer os mesmos efeitos do ronco: boca seca e mau hálito.

    Como tratar o ronco e o mau hálito?

    Para evitar o mau hálito de quem ronca é fundamental que seja realizada uma higienização da boca e da língua bem criteriosa com raspadores linguais. Além disso, é de suma importância que as pessoas que sofrem com o ronco procurem um médico especialista para verificar a possibilidade da apneia do sono.

    O melhor tratamento para a apneia do sono é com o uso do CPAP. Este equipamento envia um fluxo contínuo de ar para o paciente, capaz de desobstruir as vias aéreas. E, assim, impede o ronco e, consequentemente, o mau hálito. Tanto o ronco como a halitose são problemas ligados diretamente com a cavidade bucal. No caso do mau hálito, os especialistas no seu tratamento são sempre dentistas formados e aptos para diagnosticar e lidar com esse tipo de problema.

    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F

  • Por que temos pesadelos e qual a relação com a apneia do sono?

    Você já se perguntou por que temos pesadelos e como eles acontecem? Associado a sentimentos negativos, como ansiedade ou medo, este tipo de sonho perturbador  faz com que a pessoa, na grande maioria das vezes, desperte no meio da noite sentindo-se mal. Quando os pesadelos acontecem poucas vezes podem estar ligados a estresse ou ansiedade e são considerados como algo normal.

    É preciso atenção quando tornam-se frequentes e causam angústia, má qualidade do sono ou medo de ir dormir. Nesses casos, faz-se necessário o acompanhamento médico, pois podem estar relacionados a algum distúrbio. No post de hoje, vamos explicar como acontecem os pesadelos e de que forma estão associados à apneia do sono.

    Veja também! Pesadelos: um alerta para quem tem apneia do sono 

    Como os pesadelos acontecem? 

    Assim como os sonhos, os pesadelos costumam acontecer durante a fase mais profunda do sono, conhecida como REM (sigla em inglês para movimento rápido dos olhos). Segundo o pesquisador do Departamento de Psicologia da Universidade de Suffolk, Gary Fireman, os pesadelos são uma forma de processar emoções e experiências que não conseguimos compreender direito enquanto acordados.

    O especialista explica que nosso cérebro tenta nos proteger de alguns sentimentos considerados perigosos, deixando-os “presos” no inconsciente. Enquanto dormimos, a “porta” que divide a parte consciente da inconsciente se abre e, é a partir desse encontro que os sonhos e pesadelos são formados.

    Como a apneia do sono influencia a ter pesadelos?

    Durante os eventos da apneia do sono, o nível de oxigênio cai e o cérebro percebe que a queda na oxigenação pode ser uma ameaça para o organismo. Ele entende que está sendo sufocado pelo próprio corpo e que, se nada for feito, pode ter um colapso ou ir a óbito. Por isso, pesadelos com afogamento, sufocamento e a luta para chegar a uma superfície que não se consegue alcançar, ocorrem inconscientemente para que a apneico acorde e volte a respirar normalmente.

    Como evitar os pesadelos? 

    De acordo com o fisioerapeuta e especialista da CPAPS, Eduardo Partata, para quem sofre de apneia do sono, a melhor forma de evitar que os pesadelos continuem é iniciar o tratamento do distúrbio. O aparelho CPAP é considerado padrão-ouro para tratar a apneia do sono. Clique aqui e confira todos os seus benefícios.

    “Há, ainda, outros hábitos que ajudam a impedir que os pesadelos aconteçam. São eles: reduzir a quantidade de cafeína ingerida; incluir a prática de exercícios físicos na rotina; evitar ouvir/ler/assistir histórias assustadoras antes de dormir e maneirar no consumo de bebidas alcoólicas e remédios”, finaliza.

    Conheça a CPAPS! 

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    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F

  • FAQ CPAPS: perguntas mais frequentes sobre COVID-19

    A Covid-19 trouxe, principalmente para quem sofre de apneia do sono, muitas dúvidas. Atentos a isso, nós, da CPAPS, selecionamos as principais perguntas e preparamos este conteúdo para responder as mais frequentes. Veja!

    Veja também: Como fica o tratamento da apneia do sono durante a pandemia do coronavírus?

    1. Portadores de apneia do sono estão mais propensos a terem coronavírus?

    Ter apneia do sono, não significa que, necessariamente, a pessoa faça parte do grupo de risco da COVID-19 ou que esteja mais propensa a contrair a doença. Segundo o  fisioterapeuta e especialista da CPAPS, Eduardo Partata, é preciso se atentar, caso o apneico tenha também algum outro problema respiratório, como rinite ou sinusite.

    “Nesses casos, o indivíduo pode apresentar um risco maior de contrair o coronavírus. Isso porque, como o pulmão já está afetado e o sistema imunológico ‘cansado’ de tanto funcionar para controlar os quadros de rinite ou sinusite, o organismo terá dificuldade para trabalhar a ação defensiva se entrar algum vírus ou bactéria”, explica.

    Partata ressalta, ainda, que pessoas com apneia do sono – que não realizam o tratamento corretamente – costumam ter a imunidade baixa, já que dormem mal. Com o sistema imunológico enfraquecido, há maiores chances de se infectar pelo vírus, sendo assim, a pessoa está mais propensa a contrair a COVID-19.

    1. Como posso fortalecer minha imunidade para enfrentar o coronavírus?

    Para melhorar a imunidade e combater o coronavírus é essencial manter a  qualidade do sono em dia. Portanto, tente dormir sempre no mesmo horário. Segundo a mais recente revisão de pesquisas feita pela Fundação Nacional do Sono, os adultos – na faixa etária entre 18 e 64 anos – precisam dormir de 7 a 9 horas por noite, para que o corpo funcione em equilíbrio.

    Partata destaca outras medidas capazes de fortalecer o sistema imunológico. “Beber bastante água durante o dia; ter uma alimentação balanceada (com frutas, verduras e legumes) e praticar atividades físicas moderadas (caso esteja infectado pelo coronavírus, os exercícios devem ser suspensos), são medidas que ajudam (e muito!) a manter a imunidade alta, já que estimulam o bom funcionamento do corpo”, conta.

    1. Se eu estiver com coronavírus, devo parar de usar meu aparelho CPAP?

    Não. Deve continuar a usá-lo como de costume. O aparelho CPAP faz parte do seu tratamento para a apneia do sono. Caso seja diagnosticado com coronavírus, em nada vai interferir no tratamento. No entanto, é de suma importância que redobre os cuidados com a higiene de todo o equipamento.

    1. Como limpar corretamente meu CPAP para prevenir o coronavírus?

    Para limpar o aparelho CPAP e, assim, prevenir o coronavírus, recomendamos que você utilize o sabonete NOBAC, que proporciona ação antisséptica efetiva.

    Caso o equipamento esteja contaminado com coronavírus, basta lavar toda sua superfície com esse sabonete para eliminá-lo. O antisséptico NOBAC quebra a camada lipídica – presente na estrutura do vírus – e deixa o material genético solto. Logo, este não consegue se conectar às células e, portanto, não infecta. Além disso, com a superfície do aparelho CPAP oleosa, o vírus escorrega e desce água corrente abaixo – como acontece ao lavar as mãos.

    1. O vírus pode contaminar o CPAP caso eu esteja com coronavírus?

    Como o CPAP recolhe o ar do ambiente, é possível que o vírus contamine o interior do aparelho caso você esteja infectado. Para evitar que isso aconteça, é fundamental utilizar o filtro no equipamento. Este, é responsável por reter impurezas, poeira, bactérias, ácaros e vírus presentes no ar.

    1. Estou com coronavírus. Devo ter algum cuidado especial com o CPAP?

    Se contrair o coronavírus, deve providenciar a higienização interna do CPAP assim que concluir o tratamento. Em nosso site, é possível contratar esse serviço. Além de ser realizado por um técnico capacitado, são utilizados produtos específicos para remover sujeira e micro-organismos de todos os componentes internos do CPAP, além de possíveis focos de oxidação da placa.

    1. A oxigenoterapia domiciliar pode ajudar no combate ao coronavírus?

    Para realizar a oxigenoterapia domiciliar não é preciso ir ao hospital ou a uma unidade de saúde, já que é feita dentro de casa. O equipamento utilizado neste tratamento – concentrador de oxigênio – pode ser comprado ou alugado pela internet. Dessa forma, conclui-se que a oxigenoterapia domiciliar segue as recomendações da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde, de ficar em casa neste momento de pandemia e evitar aglomerações.

    1. Ventilador mecânico: posso usar se eu estiver com coronavírus?

    Caso esteja com coronavírus, nós, da CPAPS, pedimos que você siga as orientações dos profissionais de saúde que lhe deram o diagnóstico. Somente o seu médico e/ou equipe clínica terá a experiência apropriada para receitar o tipo de tratamento que você precisa.

    Conheça a CPAPS! 

    Aqui no blog da CPAPS, você encontra as melhores dicas de saúde. Separamos, abaixo, outros conteúdos que vão te interessar. Confira abaixo:

    Rotina de limpeza e manutenção para CPAP e máscara

    Por que é importante trocar os filtros do cpap no tempo certo?

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    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F

  • Umidificador para CPAP ajuda no tratamento da apneia do sono?

    Com a função de umidificar o ar administrado e aliviar os possíveis ressecamentos no nariz ou na boca que podem ser causados pelo uso do CPAP, o umidificador pode ser encontrado como um acessório e ser adquirido à parte ou já vir embutido no próprio aparelho CPAP. O umidificador ajuda (e muito!) no tratamento da apneia do sono, tornando a terapia mais fácil e confortável ao usuário. Conheça neste post todas as suas vantagens. do

    Confira também! CPAP com umidificador: veja opções e os benefícios 

    Umidificador é ideal para quem sofre com alergia

    Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), 30% dos brasileiros sofrem com alguma alergia respiratória. A pesquisa aponta ainda que entre as mais frequentes estão asma, rinite e bronquite. Por esse histórico, as pessoas com problemas respiratórios tendem a respirar com dificuldade.

    O fisioterapeuta e especialista CPAPS, Eduardo Partata, conta que existem casos que, além das alergias, o indivíduo ainda possui apneia do sono e faz uso do CPAP para o tratamento.” Como esse aparelho libera fluxo de ar constante para as vias respiratórias, o organismo não tem tempo de aquecer e umidificar o ar antes de chegar ao pulmão. Portanto, é normal que algumas pessoas sintam efeitos colaterais, como congestão nasal, ressecamento do nariz e da garganta”, completa.

    E é justamente nesse momento que entram os benefícios do umidificador para CPAP. Responsável por adicionar umidade ao ar, tornando a respiração mais natural durante o sono e, consequentemente, mais confortável, esse dispositivo ajuda a amenizar os sintomas colaterais.

    Conheça opções de CPAP com umidificador 

    Na loja online CPAPS, você encontra os umidificadores mais tecnológicos e equipados com funcionalidades que melhoram a saúde do usuário. O Umidificador XT foi projetado para manter o CPAP Apex Medical seguro e estável. Conta com suportes de borracha na parte inferior que ajuda a manter a base fixa próxima a cabeceira da cama.

    Já o Umidificador H5i, da ResMed, possui avançado sistema de controle de chamado Climate Control, que se ajusta automaticamente às mudanças de pressão, alterações no ambiente e aos vazamentos de ar pela boca.

    O Umidificador System One conta com o sistema Dry Box, que veda completamente a passagem de água da câmara para o CPAP ou para o umidificador, o que elimina qualquer risco de derramamento durante o transporte.

    Além desses acessórios que podem ser acoplados ao CPAP, você também encontra opções de CPAPs com o umidificador já embutido, como é o caso da linha AirSense 10, da ResMed. Vale a pena conferir!

    Conheça nosso Blog! 

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    Recebi o diagnóstico de apneia do sono, e agora?

    3 curiosidades que você precisa saber sobre apneia do sono

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    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F

  • Tenho apneia do sono. Corro mais risco com coronavírus?

    Ao observar grupos de apneicos e usuários de CPAP nas redes sociais, é possível verificar que muitas pessoas questionam se quem tem apneia do sono faz parte do grupo de risco do coronavírus ou até mesmo se possui mais propensão de contrair a doença. Neste post, nós, da CPAPS, esclarecemos todas as dúvidas com relação à apneia do sono e a COVID-19. Confira!

    Veja também: Como a apneia do sono acontece?

    Quem tem apneia do sono está mais propenso a contrair o coronavírus?

    De acordo com o fisioterapeuta e especialista CPAPS, Eduardo Partata, pessoas com apneia do sono, não necessariamente, fazem parte do grupo de risco do coronavírus ou estão mais propensas a contrair a doença e ter uma evolução mais grave.

    “O que acontece é que caso o apneico tenha algum outro problema respiratório, como rinite ou sinusite, isso pode afetar e significar um risco maior de contrair a COVID-19. Como neste caso o pulmão já está prejudicado e o sistema imunológico exaurido (de tanto trabalhar para controlar os quadros de rinite ou sinusite), qualquer bactéria ou vírus que entrar, o organismo não terá uma ação defensiva tão eficaz. Logo, a pessoa com apneia do sono que também possui doença respiratória, está mais propensa a contrair o coronavírus”, esclarece.

    O profissional destaca um outro ponto importante. Pessoas com o sistema imunológico enfraquecido têm maiores chances de contrair doenças infecciosas, como o coronavírus. No caso de indivíduos com apneia do sono, a imunidade tende a ser baixa, já que dormem mal. Portanto, podem estar mais propensos a esse novo vírus.

    Devo parar de usar meu aparelho CPAP caso esteja com coronavírus? 

    A razão pela qual você faz uso do aparelho CPAP é para tratar a apneia do sono. O coronavírus não altera o seu diagnóstico, portanto deve continuar a usá-lo como de costume. Vale ressaltar que os cuidados com a higiene precisam ser redobrados. 

    Qual a recomendação de higiene do CPAP para prevenir o coronavírus?

    O sabonete antisséptico NOBAC é o mais indicado para limpar o aparelho CPAP, principalmente para prevenir o coronavírus. Partata explica que a estrutura de qualquer vírus é composta por um material genético (RNA), envolto por uma camada lipídica, ou seja, gordura. Dessa forma, ao passar o sabonete no equipamento CPAP, ele quebra essa camada lipídica. Como o material genético fica solto, não consegue se conectar às células, logo, não infecta.

    Além disso, como a superfície do aparelho CPAP fica oleosa com o uso do sabonete antisséptico NOBAC, o vírus escorrega e desce água corrente abaixo – assim como acontece ao lavar as mãos.

    Conheça a CPAPS! 

    Aqui no blog da CPAPS, você encontra as melhores dicas de saúde, especialmente sobre sono e apneia do sono. Separamos outros conteúdos que podem te interessar. Confira abaixo:

    Rinite alérgica favorece o ronco e a apneia?

    Apneia do sono é grave?

    7 sintomas que podem apontar apneia do sono

     

    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F

  • Apneia do sono: 4 sintomas que podem indicar a doença

    Considerada como um distúrbio potencialmente grave, a apneia do sono está diretamente relacionada ao ronco. Existem, no entanto, outros fatores que podem ser indicadores do problema. Quer saber mais sobre os sintomas da apneia do sono? Continue lendo o post, aqui no Blog CPAPS, e descubra!

    Apneia do sono: como acontece?

    Caracterizada pela obstrução parcial ou total das vias respiratórias, a Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) ocorre quando os tecidos da faringe e a língua relaxam mais do que o normal. Como consequência, caem sobre a traqueia e limitam ou obstruem a passagem do ar. Nesse caso, o paciente para de respirar dezenas ou até mesmo centenas de vezes durante uma única noite de sono – essas pausas chegam a durar entre 10 segundos ou mais.

    A ausência da respiração faz com que a oxigenação do sangue caia e o cérebro emita alertas capazes de despertar a pessoa por alguns segundos para que consiga voltar a respirar. Apesar de breves e, em muitos casos, sequer são percebidos pelo apneico, esses despertares fragmentam o sono e impedem que a pessoa atinja a todos os níveis de um sono saudável. Como efeito disso são gerados uma série de prejuízos para o organismo, como a sonolência diurna extrema, que impede o foco e concentração nas atividades diárias.

    Ronco: sintoma revelador da apneia do sono

    O primeiro sintoma que vem à mente quando falamos da apneia do sono é o ronco. Ele se caracteriza por meio do som alto emitido pelo paciente durante o sono.

    Em quem tem apneia do sono, o distúrbio é muito característico: por várias vezes o paciente para de roncar por alguns instantes, mas depois volta com um som mais forte, acompanhado algumas vezes de tosse ou engasgos.

    Se você deseja parar de roncar e se identifica com algum desses sintomas, a melhor forma é buscar o médico e um tratamento para a apneia do sono!

    Noites mal dormidas causam mau humor

    Quando uma pessoa sofre com a apneia do sono, sua qualidade de vida é interferida bruscamente. É comum sentir dificuldade de dormir e acordar se sentindo indisposto durante o dia, por exemplo. Como resultado, o desempenho no trabalho e nas atividades cotidianas diminui significativamente.

    Além disso, durante o sono são liberados hormônios como o cortisol, que controla o estresse e mantém a estabilidade emocional. Dessa forma, como pacientes com apneia do sono têm a qualidade do sono afetada, o bem-estar é comprometido e o mau humor passa a ser um sintoma comum no dia a dia.

    Boca seca ao acordar? Atenção à apneia do sono!

    Você acorda com a boca seca? Fique atento porque esse pode ser um dos sintomas da apneia do sono. A maioria das pessoas que sofrem com a síndrome tende a dormir com a boca aberta – em decorrência do ronco – o que colabora com a dificuldade de respirar durante o sono.

    Dor de cabeça matinal pode indicar apneia do sono

    Outro sintoma muito comum entre os pacientes com apneia do sono é a dor de cabeça matinal. O distúrbio faz com que a respiração seja interrompida durante a noite, o que compromete a oxigenação do cérebro, caracterizando-se pelo desconforto ao despertar com as dores de cabeça. Esse sintoma pode ser mais frequente quando aliado a noites mal dormidas.

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    Polissonografia: o exame que detecta a apneia do sono

    Conhecida como o exame do sono, a polissonografia é realizada por meio de sensores colocados sobre a pele durante uma noite de sono e é indicada para qualquer pessoa que apresente sintomas da apneia do sono. O fisioterapeuta e especialista CPAPS, Eduardo Partata, explica que esse procedimento monitora o registro das ondas cerebrais, o nível de oxigênio no sangue, frequência cardíaca e respiratória, além do movimento dos olhos e das pernas durante o estudo.

    Depois, as informações coletadas são enviadas a aparelhos computadorizados, que permitem a organização dos dados e a análise do sono em tempo real. Assim, o médico do sono, a partir dos resultados observados, obtém o diagnóstico e poderá indicar o melhor tratamento.

    Apneia do sono: como tratar?

    Citamos neste post alguns dos sintomas mais comuns da apneia do sono. “Caso tenha se identificado com algum deles, é fundamental que realize a polissonografia para buscar o melhor tratamento. Apesar de existir várias opções, o método mais eficaz, considerado padrão-ouro, é o uso do CPAP”, esclarece Partata. Esse aparelho é responsável por fornecer fluxo de ar positivo constante ao paciente, o que ajuda a tornar a respiração mais natural e a eliminar quadros da apneia do sono.

    Conheça a CPAPS!

    Aqui no blog da CPAPS, você encontra as melhores informações sobre apneia do sono. Separamos outros conteúdos que podem te interessar. Confira abaixo:

    3 curiosidades que você precisa saber sobre apneia do sono

    Apneia do sono e casamento: como o tratamento pode mudar sua vida e a de seu parceiro?

    Apneia do sono tem cura?

    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F

  • Como o ronco do parceiro pode afetar a sua saúde?

    Manter o bom humor após uma noite inteira ouvindo seu parceiro roncar é quase impossível, não é mesmo? O barulho tira praticamente todo o sono e, além de resultar em noites mal dormidas, atrapalha o dia a dia, já que dificilmente conseguirá render em suas atividades diárias, como no trabalho. Caso tenha se identificado com a situação descrita, continue acompanhando este post e saiba como acabar com o ronco do (a) parceiro (a) e voltar a ter o foco e a produtividade que precisa para aproveitar seus dias.

    Veja também! Ronco: atrapalha sua saúde e até seu relacionamento

    Ronco é causa de divórcio

    O Centro Médico da Universidade Rush, de Chicago, reproduziu um quarto para que fosse feito um estudo polissonográfico de um casal em que o marido roncava, simulando as situações vivenciadas no cotidiano.

    Após os resultados no exame, notou-se que o rendimento do sono da esposa era de apenas 73% (sendo que o  indicador ideal é de 85% para cima). Isso significa que, de 8 horas passadas na cama ao lado do marido, ela conseguia dormir menos de 6 horas. O estudo revelou, ainda, que seu sono era interrompido mais de trinta vezes pelos roncos.

    Uma outra pesquisa, desta vez realizada pela British Lung Foundation, apontou que uma em cada três pessoas perde o equivalente a 23 dias de sono por ano, em razão do ronco do (a) parceiro (a).

    Como ajudar o parceiro a se livrar do ronco? 

    O ronco, não atrapalha somente o sono do parceiro (a), como também pode indicar sérios problemas de saúde, como a apneia do sono. Se o ronco for alto, persistente e vir acompanhado de engasgos, é preciso atenção! Caracterizada pela obstrução total ou parcial do ar nas vias aéreas superiores, a apneia do sono faz com que a pessoa pare de respirar por alguns segundos diversas vezes durante a noite. Além do ronco, esse distúrbio ainda apresenta sintomas como boca e garganta secas, sonolência diurna, falta de concentração, irritabilidade e dores de cabeça.

    Caso seu parceiro (a) apresente alguns dos sintomas citados acima, é fundamental buscar a ajuda de um profissional. Além disso, é de suma importância que você demonstre apoio e empatia e não apenas reclame do ronco,  isso indicará o quanto se preocupa com a saúde e o bem-estar dele (a). Procure mostrar as consequências da apneia do sono no organismo, alertando-o (a) sobre os riscos de infarto, hipertensão, impotência sexual e depressão. Dessa forma, a probabilidade de seu parceiro (a) aceitar o conselho e procurar uma cura para o ronco é muito maior. E, ao final, os dois sairão ganhando, pois você também conseguirá dormir melhor e ter dias mais proveitosos.

    Conheça a CPAPS! 

    Gostou das dicas? Aqui no blog da CPAPS, você encontra as melhores informações sobre sono, ronco e apneia do sono. Separamos outros conteúdos que podem te interessar, aproveite para conferir!

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    Apneia: como falar com seu parceiro sobre o distúrbio

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    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F