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  • O que é a Síndrome das pernas inquietas?

    Por consequência da Síndrome das pernas inquietas (Também conhecida como SPI), algumas pessoas podem sentir, geralmente no final do dia, uma vontade incontrolável de movimentar os membros inferiores. Isso costuma ser causado por incômodos, formigamento ou queimação que acontecem bem antes da hora de dormir ou em outros estágios do sono.

    Prejuízos ao sono

    Por acontecer antes e durante alguns estágios do sono, a SPI pode causar prejuízos ao sono. O constante movimento das pernas pode, a princípio, parecer nervosismo, mas as causas ainda não são específicas, mas existem fatores de risco que podem indicar a possibilidade da Síndrome. Entre eles estão:

    • A hereditariedade nos casos em que familiares próximos tenham sofrido da síndrome;
    • Obesidade
    • Retirada de sedativos
    • Gravidez
    • Privação do sono
    • Ingestão de bebidas alcoólicas

    Comum em mulheres

    A Síndrome das pernas inquietas é mais comum em mulheres que estão acima dos 50 anos e, segundo a Associação Brasileira da Síndrome das Pernas Inquietas, a estimativa é que de 5% a 15% da população sofra da Síndrome. Ela pode ainda ser secundária, quando relacionada a doenças como anemia ferropriva e insuficiência renal.

    Tratamento

    O tratamento envolve melhora nos hábitos de vida do paciente. Começar a realizar atividades físicas com regularidade, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e medicamentos que possam causar o distúrbio. Quando essas medidas não são suficientes, entra o uso de medicamentos em doses corretas para remediar o problema.

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  • Já ouviu falar em hipersonia?

    Você sabia que a sonolência excessiva pode ser indício de uma doença? O aumento exagerado nas horas de sono pode partir de um problema pouco conhecido, a Hipersonia. Se um indivíduo dorme de 3 a 4 horas a mais por dia do que o período considerado normal, ele pode estar sofrendo de Hipersonia, doença definida como um distúrbio do sistema nervoso central que produz episódios prolongados de sono não-REM.

    O primeiro sintoma decorrente da doença é dormir por muitas horas seguidas e, mesmo assim, não sentir que foi o suficiente, como se não tivesse descansado. Esse excesso faz tão mal quanto dormir de menos: o cérebro acaba ficando irritado e o desempenho nas atividades diárias, como trabalhos e estudos, acaba prejudicado pelo excesso de sono durante o dia.

    Para as mulheres que sofrem da hipersonia, pode ficar mais difícil engravidar, os riscos de diabetes podem aumentar, elas podem sofrer de problemas no coração e ter aumento de peso inesperado. Outro perigo para todos que sofrem da hipersonia é dirigir com sono, pois é inevitável cair no sono enquanto dirige.

    Respeite o seu relógio biológico

    Cada pessoa possui uma quantidade de horas necessárias para que o corpo realize as funções fundamentais. A maioria dos adultos precisa de 7 a 9 horas de sono por noite, mas algumas pessoas precisam de mais e outras de menos tempo. Por isso, caso você perceba alguma mudança drástica ou um comportamento estranho, como o ronco, procure apoio médico.

    Adotar uma rotina antes de dormir pode ajudar a melhorar a saúde do seu sono e amenizar distúrbios do sono. Conte com a CPAPS para dormir melhor!