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  • Qual médico trata apneia do sono?

    Atualmente, existe uma área de atuação médica conhecida como Medicina do Sono. Trata-se de uma especialidade médica que abrange otorrinolaringologia, pneumologia, neurologia e psiquiatria. Uma solução é escolher o especialista de acordo com os sintomas mais persistentes. Dessa forma, esses médicos conseguem realizar um diagnóstico mais preciso e oferecer opções de tratamento para os pacientes que descobrem ter apneia do sono.

    + Quais são os tipos de apneia do sono?

    Existe um médico exclusivo para apneia do sono?

    O fisioterapeuta e especialista da CPAPS, Eduardo Barbosa, explica que, geralmente, o primeiro diagnóstico é feito por um clínico geral que encaminha o paciente ao médico do sono, de acordo com os sintomas da apneia do sono apresentados. “Dependendo dos sintomas, o indivíduo pode ser encaminhado a um neurologista, pneumologista, otorrinolaringologista e até mesmo um dentista. Tudo vai depender dos sintomas apresentados, como dores de cabeça matinais, insônia e o ronco, que é o mais comum”, completa o fisioterapeuta.

    Existem 4 tipos de especialistas que podem auxiliar no tratamento da apneia do sono:

    1) Pneumologista

    Pessoas que sentem ou acordam com muita falta de ar e/ou os batimentos acelerados, é recomendado se consultar com o pneumologista. Então, ele avaliará a oxigenação no seu organismo e o melhor tratamento para o ronco e os sintomas que somam a apneia do sono.

    2) Otorrinolaringologista

    Quem sofre de alguma crise alérgica, obstrução nasal e acorda com a boca seca, precisa optar pelo otorrino. Isso acontece porque pessoas com esses sintomas podem reclamar de engasgos durante o sono. Portanto, o otorrino avaliará a possível causa do ronco, para que possa tratar com os recursos ideais.

    3) Neurologista

    Sono agitado, sonolência durante o dia e alterações de humor são problemas que podem estar relacionados a causa do ronco. Quem sofre com esses sintomas também pode ter dificuldade de manter uma leitura, assistir a um filme e até mesmo perda da concentração. Sendo assim, o médico para solucionar a apneia e o ronco é o neurologista.

    4) Fisioterapeuta

    Profissionais da saúde como fisioterapeutas especializados, também podem ajudar a diagnosticar a causa do ronco, solicitar exames e prescrever o tratamento. “Os médicos e fisioterapeutas são parte fundamental para diagnosticar o distúrbio que afeta a saúde do sono e para tratar o ronco. Os médicos solicitam a polissonografia, um exame não invasivo que mede a atividade respiratória, cerebral e muscular durante o sono, e o acompanhamento do tratamento pode ser feito com fisioterapeuta, que oferece suporte e identifica se o tratamento está sendo efetivo”, afirma o fisioterapeuta Eduardo Partata, especialista da CPAPS.

    Dicas e unidades onde você pode começar o tratamento de apneia do sono

    Com indicação do médico que trata apneia do sono, é provável que o especialista solicitará um estudo do sono, mais conhecido como exame de polissonografia. “A polissonografia é um procedimento que detecta fatores importantes para uma boa noite de sono, como a atividade cerebral, o desempenho cardíaco, o relaxamento muscular e a oxigenação do sangue”, explica o fisioterapeuta Eduardo Partata.

    Através desse exame, será possível detectar o tipo de distúrbio do sono e o grau que atingiu, para então escolher o melhor tratamento. O exame de polissonografia é um exame totalmente indolor, e em algumas situações, pode ser realizado na própria casa do paciente.

    Você também pode encontrar fisioterapeutas, que irão te indicar médicos parceiros para a realização do exame, além de tirar dúvidas a respeito. Confira as unidades de atendimento da CPAPS:

    1) Minas Gerais

    2) São Paulo

    3) Espírito Santo

    4) Brasília

    5) Goiás

    6) Bahia

    7) Paraná

    8) Rio Grande do Sul

    9) Ceará 

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  • Insônia: conheça as causas e o tratamento

    Ao fim de um longo dia é chegada a hora de dormir e relaxar o corpo e a mente para acordar revigorado na manhã seguinte. Certo? Não para quem sofre de insônia. Nestes casos, mesmo estando muito cansadas, as pessoas que têm este distúrbio do sono não conseguem dormir.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 40% da população mundial sofre com algum distúrbio que compromete o sono e impede que a pessoa consiga dormir ao longo de uma noite inteira Os mais comuns são a insônia, ronco e apneia do sono.

    A insônia é mais comum entre as mulheres, especialmente depois da menopausa, e em idosos, mas pode acometer também os homens e pessoas de todas as idades. Conheça as principais causas e os tratamentos indicados para lidar com esse problema.

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    O que pode causar insônia?

    A dificuldade em dormir pode ser causada por diversos fatores, internos ou externos. Estresse, ambiente barulhento, efeitos colaterais de medicamentos, soneca excessiva durante o dia, horários de dormir e acordar irregulares e históricos de depressão são apenas alguns deles.

    Os sintomas mais comuns da insônia são a dificuldade para adormecer à noite, despertar noturno ou muito cedo e dores de cabeça. Porém, a falta de uma boa noite de sono traz consequências que vão além do cansaço físico. Falta de atenção, problemas gastrointestinais, baixo desempenho no trabalho e nos estudos, reflexo mais lento, excesso de peso, irritabilidade, aumento do risco de doenças cardíacas e diabetes são alguns dos efeitos da insônia.

    Qual é o tratamento mais indicado?

    O tratamento mais adequado para os distúrbios do sono deve ser indicado por profissionais capacitados como neurologistas, psiquiatras e especialistas em medicina do sono, que poderão identificar o que é ideal para cada paciente.

    Algumas dicas simples podem ajudar. Tenha um horário certo para dormir e acordar, mesmo nos finais de semana, e evite ver televisão na cama por conta da claridade. Se você acordar no meio da noite, não fique na cama esperando que o sono volte. Levante e faça alguma atividade relaxante, como tomar um copo de leite morno ou um chá, e retorne para a cama quando estiver novamente com sono.

    Não tome bebidas estimulantes, como café, refrigerante de cola e chás que possuam cafeína, e nem bebidas alcoólicas antes de dormir. Evite praticar atividades físicas próximo da hora de deitar para que o seu organismo não libere adrenalina, que é um hormônio estimulante. Outra dica superimportante é não utilizar o celular e o computador por pelo menos uma hora antes de dormir.

    Faça do seu quarto um ambiente aconchegante para estimular seu sono e conte com a CPAPS.com.br para garantir os itens necessários para tratar os distúrbios do sono.