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  • Falta de oxigênio: causas, consequências e tratamento

    O oxigênio é vital para a sobrevivência dos seres vivos. Não somente na respiração, como no sangue e nas atividades cerebrais, a falta dele tem inúmeras consequências. Isso tem sido observado com a pandemia da Covid-19, em que muitas pessoas internadas necessitam do gás para manter a respiração com a ajuda de aparelhos. Mas afinal, por que o oxigênio é tão importante, e o que acontece com o nosso corpo com a falta dele? A CPAPS explica!

    Falta de oxigenação e a hipóxia

    A hipóxia ocorre quando há falta de oxigênio no corpo. Ela consiste na diminuição da oferta de oxigênio dos tecidos que compõem o nosso organismo. Quando há falta no sangue, por exemplo, é chamada de hipoxemia, uma condição grave que pode levar à morte do paciente.

    A falta de oxigênio no corpo pode ter inúmeras causas. A mais comum, e que você provavelmente já ouviu falar, é a altitude. Pessoas que vivem ou visitam regiões acima do nível do mar, onde o ar é mais rarefeito, podem desenvolver problemas com a respiração. Isso ocorre porque, quanto mais alto, menor a concentração de oxigênio no ar. Com o tempo, é possível adaptar o corpo para essa condição. No entanto, também pode resultar em complicações ao corpo, como edema pulmonar e cerebral, desidratação e hipotermia.

    Doenças pulmonares, como é o caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e a Covid-19, que comprometem os pulmões, também são as causas mais comuns para a falta de oxigênio no corpo. Afinal, o pulmão é o órgão responsável por realizar as trocas gasosas e fazer a distribuição para outros órgãos por meio da corrente sanguínea. Quando o pulmão está comprometido, impacta todo o restante do organismo. Outras doenças como asma, enfisema e pneumonia, que atualmente são conhecidas e com tratamento, também dificultam a entrada de oxigênio no corpo. 

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    E, como a corrente sanguínea é responsável por distribuir nutrientes e o oxigênio para outros órgãos, sua má circulação também pode causar o problema. Como o sangue não consegue chegar aos tecidos, a circulação fica fraca e pode resultar em insuficiências cardíacas. Algumas das causas para esse problema são o acúmulo de gordura e o tabagismo, que influenciam diretamente na circulação do sangue.

    Como a falta de oxigênio é diagnosticada?

    Alguns sinais são essenciais para identificar e tratar a falta de oxigênio de um paciente. Primeiro, são analisados os sintomas. Falta de ar, respiração acelerada, palpitações, tontura, suor excessivo, desmaio e cianose (coloração arroxeada de dedos e lábios) são os principais. Além disso, o médico também pode identificar o problema através de exames físicos, como oximetria de pulso ou gasometria arterial.

    Oximetria de pulso pode ser feita em casa pelo próprio paciente | CPAPS
    Oximetria de pulso pode ser feita em casa pelo próprio paciente | CPAPS

    A oximetria funciona por meio de um pequeno aparelho do tipo clipe na ponta do dedo. A partir daí, é identificado o nível de oxigênio no sangue sem a necessidade de puncionar com agulha. O teste é rápido, com uma margem de erro de aproximadamente 2%. Sendo assim, supondo que a leitura seja de 82%, o verdadeiro nível de oxigênio pode estar entre 80% e 84%.

    O nível ideal para uma pessoa saudável é de acima de 89%. Uma saturação de oxigênio de 95% é considerada normal para a maioria das pessoas. No entanto, é necessário ficar atento para que não haja oscilação de medidas, uma vez que pode indicar uma deficiência de oxigênio.

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    As soluções da CPAPS para diagnóstico

    Seja para o tratamento de uma doença respiratória ou a apneia do sono, a CPAPS possui soluções para auxiliar no diagnóstico mais assertivo da falta de oxigênio no sangue. Uma delas é o oxímetro de dedo, que acompanha a saturação de oxigênio em tempo real. No entanto, ele não é capaz de diferenciar os tipos de hemoglobina (como a carboxihemoglobina, uma combinação com monóxido de carbono).

    Outra opção, muito utilizada em hospitais, são os oxímetros portáteis. Estes são muito detalhados e permitem o acompanhamento de oscilações em tempo real, em uso contínuo. Já o oxímetro portátil, por sua vez, é destinado ao monitoramento diário e momentâneo.

    Para os pacientes que necessitam de assistência, uma solução para a oxigenoterapia é o Concentrador de Oxigênio Portátil SimplyGo. Ele fornece fluxo contínuo, com design leve e fácil de carregar. Possui modo de funcionamento contínuo e pulsado com vazão de oxigênio de 0,5 até 2L por minuto, e concentração de oxigênio de 86% a 97% em todas as definições.

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  • Oxímetro de dedo e oxímetro de pulso: entenda a diferença

    Se você faz ou conhece alguém que faça suplementação de oxigênio, certamente já viu um oxímetro em ação. Quando o ar respirado é enviado para a nossa corrente sanguínea, por meio do sistema respiratório, as hemoglobinas, que são proteínas encontradas no interior das hemácias (células vermelhas do sangue), retêm e transportam pelo organismo essas moléculas de oxigênio, o que promove a oxigenação para todos os tecidos do nosso corpo. Essa quantidade de oxigênio precisa ser monitorada.

    Quer conhecer melhor a função dos oxímetros, os tipos e diferença entre eles? Continue a ler este conteúdo que preparamos para você!

    Veja também! Oxigenoterapia: tudo que você precisa saber!

    O que é um oxímetro?

    O oxímetro é um aparelho médico usado para medir o nível de oxigênio no sangue de pacientes em oxigenoterapia, com ele é possível ter a certeza de que o oxigênio está sendo fornecido na quantidade ideal.

    Por meio de uma luz infravermelha presente no sensor que envolve um dedo da mão ou do pé do paciente, o oxímetro é capaz de traduzir a cor das hemoglobinas e, assim, medir o nível de oxigênio do sangue do paciente, a chamada saturação sanguínea, que deve estar sempre acima de 90%. Níveis abaixo desse índice configuram uma hipóxia, e requerem uma suplementação maior de oxigênio.

    Oxímetro de dedo e oxímetro de pulso: entenda a diferença | CPAPS
    Oxímetro de dedo e oxímetro de pulso: entenda a diferença | CPAPS

    Portanto, o uso desse aparelho é muito importante para quem utiliza concentrador ou cilindro de oxigênio, seja o tratamento hospitalar ou residencial.

    Quem mais utiliza o oxímetro?

    Atletas de alto desempenho sempre têm em mão o aparelho portátil, pois é muito comum que o organismo sofra baixa saturação sanguínea após exercícios intensos e rigorosos, com alta atividade cardiorrespiratória.

    Dessa forma, com o oxímetro em mãos, o atleta é capaz de determinar se é hora de parar e tomar algumas respirações profundas, ou se o cansaço é apenas desgaste natural ocasionado pelo exercício pesado.

    Quais os tipos de oxímetro?

    1.      Oxímetro de dedo

    Oxímetro de dedo
    Você pode comprar um oxímetro de dedo clicando aqui | CPAPS

    O oxímetro de dedo permite o paciente de oxigenoterapia, atletas, gestantes de alto risco e qualquer pessoa pesando mais de 30kg e que esteja com sua capacidade pulmonar comprometida por algum fator pode verificar a taxa de saturação sanguínea de forma rápida e confiável. Portátil, utiliza pilhas e não registra dados. Leve e pequeno, é prático e fácil de transportar.

    Como utilizar o oxímetro de dedo?

    Basta inserir o dedo no sensor do oxímetro de dedo, apertar o botão “liga / desliga” e aguardar alguns segundos. O resultado é exibido com precisão na tela do aparelho e, na maioria dos modelos, pode ser consultado novamente ao ligá-lo, antes de realizar uma nova leitura. Sua leitura é feita e exibida no monitor analógico em alguns segundos e, em seguida, é apagada.

    1.      Oxímetro de pulso

    Você comprar o oxímetro de pulso clicando aqui | CPAPS
    Você comprar o oxímetro de pulso clicando aqui | CPAPS

    O oxímetro estacionário também é conhecido como oxímetro de pulso, de maneira equivocada. Afinal, todo oxímetro afere a saturação de oxigênio do pulso arterial. Esse modelo pode ser usado em adultos, crianças e até recém-nascidos. Conta com funções vitais para esse último grupo de pacientes:

    • Permite monitoramento contínuo;
    • Armazena dados;
    • Transmite dados para o computador;
    • Tem alarmes em LED para baixa saturação, carga de bateria baixa e qualidade da leitura;
    • Bateria de longa duração.

    Além da capacidade de ler continuamente, gravar e transferir dados, permite configurar alarmes que informam quando o paciente se moveu e retirou o sensor da posição ideal ou quando a saturação está abaixo do nível desejado. Tais funções tornam o oxímetro de pulso fundamental para o monitoramento de pacientes em estado crítico.

    São muitos os modelos de oxímetro de dedo e oxímetro de pulso no mercado. Por isso, antes de adquirir o produto, é importante verificar se possui certificado da Anvisa, que garante que o aparelho está apto para uso médico. Na dúvida, busque sempre o auxílio do seu médico ou de um profissional da área.

    #DicaCPAPS: todos os oxímetros fazem a medição utilizando dedos, porém, o oxímetro de dedo possui a vantagem de ser portátil, enquanto o oxímetro de pulso é estacionário.

    Os consultores da CPAPS podem ajudá-lo a escolher o melhor oxímetro de pulso para você!

    Na CPAPS você encontra vários tipos de oxímetros à sua disposição!

    Descubra a CPAPS

    Aqui, no blog da CPAPS, você encontra os melhores conteúdos para manter a qualidade do sono. Separamos outros conteúdos que possam te interessar:

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    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F.

  • Oxímetro de pulso pode salvar a vida de bebês

    Já falamos do oxímetro aqui no blog CPAPS, um aparelho muito importante para medição dos níveis de saturação do oxigênio no sangue e da frequência cardíaca. Este item é muito utilizado em diversas situações, desde por atletas, para checar seus níveis antes e após os exercícios físicos e até em hospitais. Uma das utilidades mais significativas do oxímetro é no teste do coraçãozinho, que pode salvar a vida de muitos bebês. Saiba mais sobre o assunto neste post!

    Como é feito o teste do coraçãozinho

    O teste do coraçãozinho é um exame muito simples, feito para verificar possíveis problemas no coração do bebê, que deve ser parte da bateria de procedimentos realizados em um recém-nascido, assim como o conhecido teste do pézinho e outros. Este exame deve ser realizado no  recém-nascido, após 24 horas completas desde o nascimento ou antes de 48 horas de vida.

    oximetro

    O teste é rápido e indolor. Através de um oxímetro de pulso, o nível de concentração de oxigênio no sangue, que deve ser igual ou superior a 95%, é medido. O sensor é enrolado em volta da mão direita do bebê e depois em volta de seu pé. A luz do aparelho passa por toda a pele do bebê e realiza essa avaliação em cerca de 3 a 5 minutos.

    Para que serve o exame

    É comprovado que 30 a 40 % dos recém-nascidos que possuem doenças no coração recebem alta da maternidade sem um diagnóstico apropriado de sua condição. A oximetria é o primeiro passo para diagnosticar casos de hipóxia, falta de oxigênio e problemas cardíacos.

    Em alguns casos, apenas auscultar o bebê pode não ser o bastante para diagnosticar possíveis doenças como, por exemplo, a cardiopatia congênita crítica, por isso o teste do coraçãozinho torna-se tão importante. Com ele, ocorre o diagnóstico dos problemas e maiores males podem ser evitados.

    oximetro-recem-nascido

    É importante lembrar que a oximetria não substitui outros procedimentos, como o ecocardiograma fetal, que deve ser feito com 20 semanas de gestação para verificar a existência, ou não, de problemas cardíacos.

    Na CPAPS.com.br você encontra diversos tipos de oxímetro de pulso e acessórios que possuem certificação da Anvisa e seguem padrões de Normas Regulamentadoras Brasileiras. Confira nossos produtos!